Ao contrário do que se diz e escreve, a literatura francesa não está decadente. Trata-se de uma falsa impressão causada pela globalização editorial. É o que diz Alberto Manguel, em artigo no Babelia de ontem, dia 21.
Se antes se lia Camus, Sagan e Céline, agora temos Carrère, Echenoz e - horresco referens, nas palavras do autor, Houellebecq.
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