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Mostrando postagens com o rótulo Woody Allen

Brás Cubas, por Woody Allen

Perguntado sobre os cinco livros mais importantes que já leu, Woody Allen fala de Machado de Assis,  aqui. Alguém do Brasil me mandou o livro Epitaph of a Small Winner (título em inglês das Memórias Póstumas de Brás Cubas). Era um livro fino e resolvi ler. Se fosse grosso, eu o teria desprezado. Fiquei chocado com um livro tão interessante e divertido (...) ele poderia ter sido escrito ontem, de tão moderno e divertido. Uma obra extremamente original (...) sem sentimentalismo. No The Guardian.

Meia Noite em Paris, de Woody Allen

Em Paris, à meia-noite, Gil é convidado para grandes encontros com os Fitzgerald, Picasso, Gerturde Stein, Hemingway. Tudo bem, se Gil não vivesse no século 21... No novo filme de Woody Allen, que encontrou em Owen Wilson um ator capaz de falar como ele próprio, Gil é um roteirista de sucesso em Hollywood que, na realidade, gostaria de ser um escritor consagrado. Sua noiva Inez, com os seus pais, forma um grupo de americanos “republicanos” (sempre tem alguém assim nos filmes de Woody Allen). Gil e Inez encontram outro casal, Paul e Carol – Michael Sheen, ótimo como Paul, um esnobe que se acha intelectual e superior a todos os outros (quem não conhece um mala como ele, que “entende” de tudo, de vinhos, arte, literatura, história, mesmo falando besteiras monumentais?).  Paul despreza, inclusive, a guia do museu Rodin (Carla Bruni). Outro que merece destaque é Adrien Brody (talvez o melhor, além de Wilson), como Dalí – que vê rinocerontes em todo lugar. Durante a estada em Pari...