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A Sorbonne de Sérgio Augusto

Foi como perder um amigo de infância que há muito tempo não via. Um pesar mais simbólico e nostálgico do que afetivo; pois, como ensinava um bolero de Lucho Gatica, a distância nos faz esquecer (em espanhol é melhor: “dicen que la distancia es el olvido”), e eu passei décadas geograficamente afastado da livraria Leonardo Da Vinci. O que não significa que a esqueci; apenas deixei de frequentá-la depois de concentrar minhas atividades profissionais na zona sul do Rio e de receber minhas revistas francesas ( Cahiers du Cinéma, Positif, Critique, Esprit, Communications,  etc.) diretamente de Paris e a comprar in loco os livros que antes só me chegavam da Europa através da Da Vinci, a nossa La Hune. Artigo do imperdível Sergio Augusto no Estadão - o melhor sobre o fechamento da Livraria Leonardo da Vinci - que pode ser lido, mediante cadastro,  aqui.

Sérgio Augusto

A turma da New Yorker é indispensável. Idem, a maioria dos colaboradores da New York Review of Books. Assino uma porção de publicações, a maioria online, atualmente, de modo que seria fastidioso listar quem sigo, já segui e deixei de seguir. Já li com assiduidade Paul Krugman, mas economia não é minha praia. Da prata da casa, Elio Gaspari, Janio de Freitas, Renato Janine Ribeiro, Milton Hatoum, Fernando Calazans e Lúcia Guimarães são os primeiros nomes que me ocorrem, e desde já peço desculpas aos que mereciam ter sido lembrados mas não foram - vistam a carapuça da vaidade. Uma bela entrevista com Sérgio Augusto, que pode ser lida  aqui. Parabéns ao jornal Cândido, da Biblioteca Pública do Paraná.