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Mostrando postagens com o rótulo Gilgamesh

O que cantavam as sereias?

Dúvida cruel, que sempre me perseguiu. Pois descubro  nesta entrevista com Francisco Luís Parreira  não ser o único. Ele acaba de traduzir Gilgamesh e acaba falando do assunto - no caso, quando lhe perguntam sobre a tradução de Frederico Lourenço. Aqui, um trecho: Contrariando uma tendência de anos recentes, exemplificável com algumas traduções de Homero feitas por Frederico Lourenço, optou por uma tradução e por uma edição ostensivamente eruditas. Porquê? Não creio que uma edição do   Gilgameš   pudesse caber nessa tendência. Seria quase afrontoso publicar o poema babilónico sem dar resposta às perplexidades ou apetências – pelo menos às mais previsíveis – que a sua leitura está destinada a suscitar, nomeadamente em vista do seu estado de conservação, dos aspectos interpretativos que são internos às possibilidades da leitura contemporânea, e da situação literária e produtiva de que emana, que não podia ser mais remota. Para a   Odisseia , por ...