domingo, 6 de novembro de 2011

A Pele que Habito, de Pedro Almodóvar



Difícil de tentar resumir o enredo sem estragar o filme. 

Antonio Banderas interpreta, pela primeira vez em muitos anos, um personagem que não o próprio Antonio Banderas, o brilhante médico Ledgard. 

Há uma mulher misteriosa (Elena Anaya), que vive encarcerada em sua residência e laboratório, vigiada pela governanta (Marisa Paredes). Como ela parou lá; o que ele faz – tudo começa a ser explicado a partir da metade do filme.

Surpreendente... há ainda a mulher de Ledgard, que morre vítima de queimaduras; a filha Sofia, que conhece Vicente num casamento. Algo de Frankenstein com um plano de vingança levado às últimas conseqüências, nos mínimos detalhes, que acaba sendo descoberto  no final... Almodóvar, polêmico como sempre, num filme que me parece muito diferente de seus anteriores - ao menos dos últimos.

Um comentário:

  1. Acabei de ver o filme. Excepcional e instigante. O melhor personagem - pena que morra logo - é o tigre. Mas, o futuro se passa no ano de 2012. Futuro mais-que-perfeito?

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